Rúcula

É do Brasil – É da Região Sudeste

Fonte: Alimentos Regionais Brasileiros – 2ª Edição/2015 – Ministério da Saúde.

Nome científico: Eruca sativa L.

Nome popular: rúcula ou pinchão.

Origem: Região Mediterrânica.

Características: a rúcula apresenta plantas de porte baixo, folhas alongadas e recortadas, de coloração verde-escura. É rica em sais minerais, como ferro, cálcio e fósforo, e em vitaminas A e C. É apreciada pelo sabor picante e cheiro acentuado. A espécie mais cultivada no Brasil é a Eruca sativa, representada principalmente pela folha larga. Os principais cultivares de rúcula apresentam diferenças quanto ao tipo de folha, que podem ter bordas lisas até bastante recortadas. Propagam-se por sementes plantadas em local definitivo ou em bandejas, sendo transplantadas posteriormente. A colheita se inicia de 40 a 60 dias após a semeadura, podendo-se colher os rebrotamentos. Produz melhor sob temperaturas amenas (entre 15 °C e 25 °C). Nas regiões em que o verão é ameno, pode ser plantada durante o ano todo. A rúcula é uma hortaliça folhosa que tem apresentado aumento crescente de produção no Brasil, sendo mais conhecida nos estados do Sul e, principalmente, Sudeste.

Uso culinário: muito apreciada na forma de saladas, é também utilizada no preparo de tortas, quiches, pizzas e lasanhas. Pode substituir ou ser misturada ao agrião, alface e chicória. A mistura com folhas de sabor mais suave, como a alface, é especialmente indicada para as pessoas que consideram o sabor da rúcula muito acentuado. É vendida em maços ou já embalada e higienizada, pronta para o consumo.

Você sabia que: a rúcula tem pequena durabilidade após a colheita. Em condição ambiente, o produto pode ser mantido no máximo por um dia, desde que colocado em local bem fresco, com a parte de baixo em uma vasilha com água. Em geladeira, deve ser acondicionado em vasilha tampada, por até quatro dias.

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